OBPI V (Orpheus Business Personality Inventory – Versão Brasileira) - OBPI - APLICAÇÃO - ONLINE

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RESUMO:

A avaliação de personalidade no contexto organizacional exige precisão, método e embasamento científico. 

O OBPI Brasil (Orpheus Business Personality Inventory) é um instrumento avançado, desenvolvido especificamente para apoiar decisões estratégicas e contextualizadas no ambiente de trabalho.

Baseado no consagrado modelo Big Five e na Teoria da Integridade, aplicados ao contexto de trabalho, o OBPI entrega uma análise profunda e estruturada do comportamento profissional, com base em 16 escalas. 

O OBPI é um instrumento útil para ser utilizado em gestão de pessoas, em geral. E, mais especificamente, em processos seletivos, programas de desenvolvimento, promoções internas, mapeamento de talentos e competências.

Principais Diferenciais do OBPI Brasil:

•    Mapeamento Abrangente: Combina 5 escalas de avaliação da personalidade com 7 escalas focadas no exame da integridade, ética e orientação ao trabalho.
•    Sistema de Auditoria: Conta com 4 escalas exclusivas para a avaliação da qualidade e viés de respostas.
•    Tecnologia e Agilidade: Aplicação 100% computadorizada (de 8 a 30 minutos) com correção automatizada.
•    Relatórios Inteligentes: Geração imediata de relatórios técnicos e interpretativos, facilitando a identificação de perfis profissionais.
•    Validação Robusta: Totalmente adaptado e normatizado para a população brasileira, garantindo alta precisão psicométrica.

ESPECIFICAÇÕES:

O Orpheus Business Personality Inventory (OBPI / OBPIV) é um instrumento psicométrico desenvolvido originalmente por John Rust com o objetivo de avaliar traços de personalidade diretamente no contexto organizacional, superando limitações de medidas genéricas de personalidade ou de instrumentos com baixa validade empírica para predição de comportamento no trabalho.

A versão brasileira do OBPIV resulta de um processo sistemático de adaptação transcultural, validação psicométrica e normatização, preservando o arcabouço teórico original do instrumento e respeitando os princípios técnicos internacionalmente reconhecidos para construção e adaptação de testes psicológicos, em consonância com diretrizes da British Psychological Society (BPS), American Psychological Association (APA) e do Conselho Federal de Psicologia (CFP)

O instrumento foi concebido para aplicação computadorizada, por meio da plataforma NILATECH, o que permite:

  • padronização rigorosa da aplicação,
  • controle de erros de marcação,
  • aferição automática da qualidade das respostas,
  • e geração de relatórios técnicos e interpretativos.

O OBPIV é composto por 190 itens, apresentados em formato Likert de quatro pontos, exigindo que o respondente indique seu grau de concordância com afirmações relacionadas a comportamentos, atitudes e padrões de resposta no ambiente de trabalho.

Objetivos do Instrumento e Escopo de Avaliação

O objetivo central do OBPIV é avaliar a personalidade no contexto ocupacional, considerando que a manifestação dos traços de personalidade sofre modulações relevantes em função das demandas, normas, pressões e expectativas do ambiente de trabalho.

Diferentemente de instrumentos clínicos ou de medidas amplas de personalidade, o OBPIV foi projetado para:

  • apoiar processos de seleção, desenvolvimento, promoção e gestão de pessoas;
  • subsidiar decisões organizacionais com base em evidências psicométricas;
  • permitir a predição de comportamentos relevantes no trabalho, como ética, confiabilidade, autocontrole, iniciativa e orientação para resultados.

O instrumento avalia:

  1. Traços amplos de personalidade, ancorados no modelo dos Cinco Grandes Fatores (Big Five);
  2. Traços específicos relacionados à integridade, derivados do Modelo de Prudêncio, que contemplam comportamentos éticos, responsabilidade, lealdade e transparência

Essa combinação confere ao OBPIV um escopo mais abrangente do que instrumentos tradicionais, permitindo análises integradas entre personalidade, integridade e desempenho ocupacional.

Estrutura Geral do Instrumento: Escalas Primárias e Secundárias

O OBPIV é estruturado em dois níveis principais de avaliação:

1. Escalas Primárias (Escalas Maiores)

As cinco escalas primárias estão alinhadas ao modelo dos Cinco Grandes Fatores de Personalidade, adaptados para o contexto organizacional:

  • Companheirismo
  • Autoridade
  • Conformidade
  • Emoção
  • Detalhe

Essas escalas permitem uma leitura ampla do estilo comportamental do indivíduo no trabalho, fornecendo indicadores relevantes para adaptação ao ambiente organizacional, relacionamento interpessoal, regulação emocional e orientação a normas e procedimentos

2. Escalas Secundárias (Escalas Menores – Integridade)

As sete escalas secundárias derivam do Modelo de Prudêncio e avaliam aspectos específicos de integridade e conduta no trabalho:

  • Proficiência
  • Orientação para o Trabalho
  • Paciência
  • Imparcialidade
  • Lealdade
  • Transparência
  • Iniciativa

Essas escalas têm especial relevância em contextos nos quais erros, desvios de conduta, conflitos interpessoais ou comportamentos antiéticos podem gerar impactos significativos para a organização.

Fundamentação Teórica: Big Five e Personalidade no Trabalho

A base teórica do OBPIV está ancorada no modelo dos Cinco Grandes Fatores de Personalidade (Big Five), amplamente reconhecido na literatura psicológica como um dos modelos mais robustos, replicáveis e transculturalmente válidos para descrição da personalidade humana.

O manual destaca que o Big Five:

  • apresenta estabilidade estrutural entre culturas;
  • permite comparações entre populações distintas;
  • possui evidências consistentes de validade preditiva para variáveis organizacionais, como desempenho, satisfação, comprometimento e comportamento ético

O OBPIV diferencia-se de instrumentos como o MBTI, amplamente criticado na literatura por limitações psicométricas, baixa estabilidade temporal e fragilidade empírica, bem como de instrumentos baseados exclusivamente em reputação, como o Hogan Assessment System, ao manter foco direto na avaliação de traços psicológicos do respondente no contexto ocupacional.

Processo de Adaptação Transcultural do OBPIV para o Contexto Brasileiro

A adaptação do Orpheus Business Personality Inventory para o contexto brasileiro foi conduzida segundo padrões internacionais rigorosos de adaptação transcultural de instrumentos psicométricos, reconhecendo que construtos psicológicos não podem ser assumidos como invariantes entre culturas sem evidência empírica prévia.

O manual enfatiza que a adaptação de um instrumento transcende a simples tradução linguística. Trata-se de um processo metodológico complexo que busca assegurar equivalência conceitual, semântica, operacional e psicométrica entre a versão original e a versão adaptada.

Tradução direta

A tradução inicial do OBPIV para o português brasileiro foi realizada por dois psicólogos bilíngues, de forma independente.
Um dos tradutores possuía conhecimento prévio da estrutura e das propriedades psicométricas do instrumento, enquanto o outro era ingênuo em relação ao teste, estratégia deliberada para reduzir vieses técnicos e preservar a naturalidade da linguagem.

Essa etapa teve como objetivo principal:

  • evitar ambiguidades semânticas,
  • preservar o significado psicológico dos itens,
  • e reduzir riscos de distorção do construto avaliado.

Avaliação por juízes especialistas

Após a tradução, os itens foram submetidos a um processo de análise de juízes, envolvendo cinco especialistas com formação e experiência em:

  • Psicologia Organizacional e do Trabalho,
  • Psicometria,
  • Metodologia de Pesquisa,
  • Avaliação Psicológica.

Os juízes avaliaram cada item individualmente, considerando tanto aspectos qualitativos (comentários sobre clareza, gramática, formato e adequação cultural) quanto quantitativos, por meio de um questionário estruturado baseado no Item Translation and Adaptation Review Form (Hambleton & Zeniski).

A análise quantitativa foi conduzida por meio de Análise de Concordância entre Juízes, procedimento coerente com o objetivo desta etapa: verificar se os especialistas atribuíam o mesmo significado psicológico aos itens na versão adaptada.

Itens que apresentaram convergência de críticas ou sugestões foram ajustados, sempre com o cuidado de não alterar o núcleo conceitual do construto original.

Método: Modelo Geral de Pesquisa e Aspectos Éticos

O estudo de adaptação e validação do OBPIV seguiu um modelo metodológico robusto, compatível com pesquisas psicométricas contemporâneas e com as exigências éticas da avaliação psicológica.

Modelo geral

O delineamento incluiu múltiplas etapas complementares:

  1. Validade de conteúdo
  2. Validade de construto
  3. Estudo de fidedignidade
  4. Normatização das escalas
  5. Análises correlacionais para validade referente ao critério

Esse encadeamento metodológico permitiu uma avaliação progressiva da qualidade psicométrica do instrumento, evitando conclusões precipitadas baseadas em um único tipo de evidência.

Aspectos éticos

Todos os procedimentos adotados respeitaram princípios éticos fundamentais, incluindo:

  • consentimento informado dos participantes,
  • confidencialidade das respostas,
  • uso dos dados exclusivamente para fins científicos e de validação.

Além disso, o manual reforça que os resultados do OBPIV devem ser interpretados exclusivamente por psicólogos, devidamente capacitados e familiarizados com o manual técnico, em consonância com as normas do Conselho Federal de Psicologia.

Instrumento, Participantes e Procedimentos de Coleta

Características do instrumento

O OBPIV é composto por 190 itens, apresentados em formato Likert de quatro pontos:

  1. Discordo totalmente
  2. Discordo
  3. Concordo
  4. Concordo totalmente

O formato computadorizado impede respostas em branco ou múltiplas marcações, garantindo integridade dos dados e padronização do processo de coleta.

Participantes

A amostra utilizada no estudo brasileiro foi composta por indivíduos inseridos em diferentes contextos ocupacionais, refletindo diversidade de:

  • funções,
  • níveis educacionais,
  • experiências profissionais.

Essa heterogeneidade foi considerada fundamental para:

  • testar a estabilidade do modelo fatorial,
  • reduzir vieses amostrais,
  • e ampliar a generalização dos resultados.

Evidências de Validade: Conteúdo, Construto e Critério

Validade de conteúdo

A validade de conteúdo foi sustentada pelos resultados da análise de juízes, que indicaram alto nível de concordância quanto à adequação semântica, cultural e conceitual dos itens na versão brasileira.

As modificações realizadas foram pontuais e orientadas principalmente à otimização da inteligibilidade, sem descaracterizar os construtos avaliados.

Validade de construto

A validade de construto foi investigada por meio de análises fatoriais, com suporte de técnicas da Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Embora a unidimensionalidade estrita seja um pressuposto clássico da TRI, o manual reconhece que construtos psicológicos complexos frequentemente apresentam estrutura multidimensional, o que foi considerado na interpretação dos resultados.

Os índices de ajuste obtidos (Infit, Outfit, RMSEA, RMR) indicaram adequação satisfatória dos modelos, tanto para as escalas primárias quanto para as secundárias.

Validade referente ao critério

Evidências adicionais de validade foram obtidas por meio de análises correlacionais entre os escores do OBPIV e avaliações externas realizadas por supervisores, especialmente em contextos de segurança e alta responsabilidade.

Apesar do tamanho reduzido de algumas amostras específicas, os resultados sustentaram a relevância prática das escalas secundárias, especialmente aquelas relacionadas à integridade e autocontrole.

Fidedignidade do OBPIV: Precisão, Consistência e Estabilidade

A fidedignidade do OBPIV foi investigada de forma sistemática, contemplando múltiplos indicadores de precisão, em consonância com boas práticas psicométricas internacionais.

Consistência interna

Os coeficientes de consistência interna (α de Cronbach) obtidos para as escalas primárias e escalas secundárias apresentaram valores considerados adequados a bons para instrumentos de personalidade em contexto organizacional.

De forma geral:

  • as escalas primárias apresentaram coeficientes entre aproximadamente 0,68 e 0,77,
  • as escalas secundárias apresentaram coeficientes entre aproximadamente 0,65 e 0,71.

Esses valores são compatíveis com a complexidade dos construtos avaliados e com o objetivo do instrumento, que não se propõe a mensurar estados psicológicos momentâneos, mas padrões relativamente estáveis de comportamento no trabalho.

Indicadores baseados em TRI

Além dos coeficientes clássicos, o estudo incorporou índices derivados da Teoria de Resposta ao Item, como Infit e Outfit, cujas médias se mantiveram próximas do valor ideal (≈1.0), indicando:

  • bom ajuste dos itens ao modelo,
  • ausência de itens sistematicamente erráticos,
  • e estabilidade do funcionamento das escalas.

Estabilidade temporal (teste–reteste)

A fidedignidade também foi investigada por meio de estudo teste–reteste, realizado com participantes que aceitaram ser recontatados após um intervalo temporal.

Os resultados indicaram estabilidade satisfatória dos escores, reforçando a interpretação de que o OBPIV avalia traços relativamente estáveis e não flutuações situacionais transitórias.

Normatização do OBPIV e Escalas de Aferição de Respostas

Processo de normatização

A normatização do OBPIV foi realizada a partir de amostras amplas e heterogêneas, respeitando critérios de diversidade ocupacional, educacional e demográfica.

Os escores brutos são transformados em escores padronizados, permitindo a comparação do indivíduo com grupos normativos relevantes.

O manual descreve a utilização de:

  • estaninos,
  • percentis,
  • e ajustes baseados em distribuição normal.

Normatização intra-sujeito

Um diferencial técnico relevante do OBPIV é o uso de normatização intra-sujeito, procedimento psicométrico avançado que busca reduzir distorções associadas a estilos individuais de resposta, como:

  • tendência à concordância,
  • extremismo,
  • desejabilidade social.

Esse procedimento aumenta a precisão interpretativa, especialmente em avaliações organizacionais de alto impacto.

Escalas de aferição de respostas

O OBPIV incorpora um conjunto de escalas de aferição, destinadas a avaliar a qualidade, consistência e fidedignidade das respostas fornecidas pelo avaliado.

Essas escalas permitem identificar padrões como:

  • respostas aleatórias,
  • inconsistência interna,
  • tentativa de manipulação da imagem pessoal.

Os resultados dessas escalas não devem ser interpretados isoladamente, mas sempre em conjunto com os demais indicadores do instrumento e com informações contextuais do processo avaliativo.

Interpretação dos Resultados e Uso Profissional

A interpretação dos resultados do OBPIV deve ser realizada exclusivamente por psicólogos, devidamente capacitados e familiarizados com o manual técnico do instrumento.

O relatório gerado pela plataforma pode assumir duas formas:

  1. Relatório técnico completo, contendo todos os escores e indicadores psicométricos;
  2. Relatório interpretativo, voltado à comunicação dos resultados em linguagem mais acessível.

Em ambos os casos, a interpretação exige:

  • análise integrada das escalas primárias e secundárias,
  • consideração das escalas de aferição de respostas,
  • contextualização com dados do cargo, da organização e da finalidade da avaliação.

O manual enfatiza que nenhuma decisão organizacional deve ser tomada com base em um único indicador, sendo o OBPIV parte de um processo avaliativo mais amplo.

Procedimentos de Aplicação, Cuidados e Limites Técnicos

O manual dedica atenção especial aos procedimentos de aplicação, ressaltando a importância de:

  • estabelecer rapport adequado,
  • garantir compreensão das instruções,
  • evitar interferências durante a resposta aos itens.

São descritas orientações específicas para situações envolvendo:

  • baixo nível educacional,
  • deficiências físicas ou sensoriais,
  • dificuldades de compreensão.

O texto reforça que adaptações no procedimento de aplicação, embora por vezes necessárias, não foram contempladas no processo de normatização, devendo seus possíveis impactos serem registrados e considerados na interpretação dos resultados.

Limitações do Instrumento e Considerações Éticas

O manual reconhece explicitamente os limites inerentes ao uso de instrumentos psicométricos, destacando que:

  • o OBPIV não mede comportamento real, mas probabilidades comportamentais;
  • os resultados são influenciados por contexto, motivação e honestidade do respondente;
  • nenhuma medida psicométrica substitui o julgamento profissional do psicólogo.

Do ponto de vista ético, o uso do OBPIV está condicionado:

  • ao respeito às normas do CFP,
  • à guarda adequada dos protocolos,
  • à confidencialidade das informações,
  • e à comunicação responsável dos resultados.

O estudo contribui não apenas para a prática profissional, mas também para o avanço da Psicologia Organizacional e do Trabalho, ao disponibilizar um instrumento alinhado a modelos contemporâneos de personalidade e integridade.

Considerações Finais

O OBPIV – versão brasileira – configura-se como um instrumento tecnicamente sólido, psicometricamente fundamentado e eticamente alinhado às exigências da avaliação psicológica no Brasil.

Seu diferencial reside:

  • na integração entre Big Five e integridade,
  • no uso de procedimentos psicométricos avançados,
  • e na aplicabilidade direta ao contexto organizacional.

Quando utilizado de forma responsável, crítica e contextualizada, o OBPIV constitui uma ferramenta robusta para avaliação de personalidade no trabalho, contribuindo para decisões organizacionais mais informadas, éticas e tecnicamente sustentáveis.

RESUMO COMERCIAL ESTRATÉGICO – OBPI

1. O QUE É O OBPI

O OBPI é um instrumento de avaliação de personalidade voltado ao contexto organizacional.

Não é um teste clínico.
Não é um Big Five genérico.

É um teste pensado para decisão de negócio:

  • seleção
  • desenvolvimento
  • liderança
  • performance

Ele nasce de uma base internacional (Reino Unido) e passa por um processo robusto de adaptação brasileira.
não é improviso nacional — é importação validada + tropicalização científica.

2. O PROBLEMA QUE ELE RESOLVE

Empresas têm um problema silencioso:

Elas contratam por currículo… e demitem por comportamento.

E pior:

  • RH usa testes genéricos
  • decisões são subjetivas
  • liderança é mal avaliada
  • clima organizacional vira ruído

O OBPI entra exatamente aqui:

mede traços ligados ao trabalho
prevê comportamento organizacional
reduz erro de contratação
melhora decisões de promoção

3. COMO O TESTE FUNCIONA

O OBPI avalia dimensões de personalidade ligadas ao ambiente corporativo.

Exemplo real do manual:

  • Iniciativa
  • Conformidade
  • Dinâmica comportamental
  • Traços ligados à atuação profissional

Ele usa modelos avançados:

  • Teoria de Resposta ao Item (TRI)
  • Modelagem de Equações Estruturais
  • Índices como RMSEA e RMR

Não é um teste opinativo. É estatística pesada aplicada à decisão humana.

4. VALIDADE E CONFIABILIDADE

O teste apresenta:

Alpha de Cronbach elevado
Curvas de informação por escala
Teste-reteste com correlação > 0.70

Se você aplicar hoje e daqui 6 meses, o resultado se mantém consistente.

5. DIFERENCIAL REAL

Diferenciais fortes:

1. Foco organizacional puro
→ Não é adaptação de teste clínico

2. Estrutura científica robusta
→ TRI + SEM (poucos testes no Brasil têm isso)

3. Origem internacional validada
→ mais credibilidade para empresas grandes

4. Aplicabilidade direta
→ recrutamento, liderança, clima

6. PÚBLICO-ALVO

Psicólogos organizacionais
RH estratégico
Consultorias
Empresas médias e grandes

7. USOS PRÁTICOS

Seleção de pessoal
Promoção interna
Mapeamento de liderança
Desenvolvimento de equipe
Diagnóstico de comportamento organizacional

 

Enquanto a maioria das empresas ainda avalia comportamento de forma superficial, o OBPI permite decisões estruturadas, baseadas em evidência, reduzindo riscos e aumentando a precisão na gestão de pessoas.

 

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